
(foto: Rodolfo Lucena) Posso ouvir tocar
“A estréia foi um tanto conturbada por causa dos problemas técnicos com o som. No entanto nós – os atores – soubemos lidar bem com esses problemas e conseguimos apresentar um espetáculo bonito e muito divertido para a plateia.
O segundo dia foi simplesmente maravilhoso. Eu mal conseguia conter a minha emoção cada vez que saía do palco. Tinha vontade de gritar bem alto de felicidade e não parava de sorrir. O cenário estava completo agora e os problemas com o som foram corrigidos. Era possível sentir a alegria vinda do público e isso nos contagiava. Foi mágico!”
(Thayla Gomes – Tracy Turnblad)
“Bom, assim como eu, acho que todo muito estava com muita expectativa pra estréia, e dava pra ver a cara de felicidade de todos cada vez que saíamos de cena. Apesar dos problemas técnicos, da loucura nos bastidores pra trocar cenário e figurino, foi muito emocionante realizar o que passamos meses ensaiando. A única tristeza é saber que não vou poder assistir o espetáculo da platéia!”
(Marina Morais – Elenco Negro)
“É engraçado falar do “Você não consegue Parar!” agora, depois da estréia. É engraçado porque não acreditávamos que essa estréia aconteceria dessa maneira. Foi algo sublime. Arrepios do começo ao fim do espetáculo. Pura energia. Dá até medo de imaginar como estaremos no fim da temporada (fim somente DESSA temporada, se Deus quiser)”
(Juracy Oliveira – Sweed Stubs)
“No dia da estréia estava muito nervosa, principalmente pelo fato de nunca ter ensaiado no Teatro Marista e no dia teve alguns problemas com o cenário, mas no momento em que nosso diretor (Glauver Souza) nos manteve unidos e falou que confiava em cada um de nós, foi transmitida para cada um uma confiança e um sentimento tão mágico que a platéia conseguia sentir e expressar na forma de risos e aplausos. Foi impossível não se emocionar durante o espetáculo inteiro. E a segunda apresentação conseguiu ser melhor ainda, e as próximas cada vez mais mágicas e intensas.”
(Luciellen Castro – Elenco Negro)
“Enfim, colocamos para o mundo aquilo que cuidávamos a mais de nove meses de ensaio: a estreia. O elenco todo estava numa expectativa muito boa, que nenhum contratempo que ocorreu conseguiu derrubar a nossa energia e a nossa vontade de estar ali, de fazer teatro. E como foi bom, né, gente?! Não esperava que iria ser tão realizador e que iria ter uma repercussão tão contagiante naqueles que ali se faziam presentes: o público.”
(Aline Sampaio – Amber Von Tussle)
“Um sonho realizado, mas um sonho que eu pensava ser impossível. Algo me impedia de ir além e ver tudo aquilo que agora nós estamos vendo. Que bom que alguns ainda persistiram, conseguiram ver através das dificuldades que passamos durante todo o processo de montagem do espetáculo. Agora é isso que temos: atuações maravilhosas, canções lindas, um ótimo cenário, figurinos impecáveis e uma história encantadora. Tudo isso agora é real. Estamos em temporada e desejamos não parar tão cedo.
Durante a semana da estréia eu fiquei me perguntando se eu também fazia parte daquilo, já que por muitas vezes eu joguei pedras no projeto. Mas ainda assim me sinto acolhido e tranquilo por saber que estou contracenando com um elenco inteligente e genial, com um mesmo objetivo, o de nunca parar, nunca!”
(Júlio Lira – Corny Collins)
“Que entusiasmo! A vontade de fazer o melhor está implícita nos camarins, nas coxias, na madeira do palco, no cochichar, nas pisadas cuidadosas dos sapatos nas trocas de roupa, nas vozes afinadas que se preocupam com o conjunto e no olhar de felicidade trocados entre uma cena e outra por estar ali, naquele lugar e com aquelas pessoas com quem, sem perceber, misturou homogeneamente as energias e por isso as conexões não podem ser separadas, não mais.”
(Karla Brito – Motourmoth Maybelle)
“Tendo em vista algumas dificuldades durante o desenvolver do espetáculo, devemos afirmar que a estreia foi um sucesso, mesmo com todos os imprevistos, o que é bastante natural para a primeira apresentação. Fiquei muito feliz e realizada.”
(Soledad Brandão – Galera Mais Legal)